Queridas, quem me segue no instagram e na fanpage viu a mil anos (a correria anda insana, desculpem a demora!), que eu testei os famosos esmaltes em gel, e agora irei contar como foi a experiência completa do inicio ao fim.

Para que o relato tenha um contexto vocês precisam saber que eu tenho unhas muito muito muito fracas, além disso sou alérgica a alguns componentes dos esmaltes convencionais e, se não bastasse, não posso retirar muito a cutícula, nem com muita frequência. Todas estas questões fazem com que eu não possa pintar as unhas com muita frequência, e que ao fazê-lo com os meus esmaltes hipoalergênicos a minha mão fique impecável por pouquíssimos dias, em geral a alegria dura apenas três dias.

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Tudo isso para que vocês entendam o porquê da promessa de 15 dias de mãos impecáveis com os esmaltes em gel me pareceu tão sedutora.
Eu testei lá em São Paulo, onde estava na época, mas sei que em diversos lugares aqui de Porto Alegre encontramos este serviço.

O processo é um pouco mais demoradinho que o convencional, pois a cada ‘mão’ de esmalte temos que ficar no as unhas no forninho por alguns segundos.

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Mas não é nada super demorado, é praticamente o tempo de pintar as unhas da outra mão. Eu optei por usar um esmalte bem nude, pois se tudo desse errado o estrago não seria tão visível, mas existem muitas opções de cores.

Dois aspectos que me agradaram muito foi que ao terminar a unha está totalmente seca e pronta, não existem aqueles minutos de tensão que toda mulher conhece logo após fazer as unhas, e o outro é o brilho que as unhas adquirem, é visivelmente maior que ao usarmos esmaltes convencionais.

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Um problema que percebi, mas que não sei se é inerente ao processo, ou uma característica de quem fez a minha mão, é que o esmalte dá uma escorridinha, e mesmo limpando as laterais, em algumas unhas o acabamento junto a cutícula não fica perfeito, na hora é algo mínimo, mas antevi que isso poderia causar problemas no futuro, e foi o que aconteceu.

Passados 7 dias as unhas permaneciam muito bem obrigada o que para mim era inédito e impensável. Já notamos um pouco do crescimento da unha, mas com esmalte clarinho é algo bem sutil. Nas pontas, onde geralmente descasca, estava tudo perfeito.

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Passados 10 dias aquelas laterais com esmalte mais escorridinho começaram a levantar, eu até tentei não mexer, para ver se consegui ‘segurar’ mais uns dias, mas não deu, acabei futricando e me obriguei a retirar tudo.

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Momento tenso, pois este esmalte não sai como os outros, pelo o que eu tinha pesquisado na internet e conversado lá ou eu pintei, a melhor forma caseira seria encharcar pequenos pedaços de algodão, colocar sobre cada unha e embalá-las com papel alumínio e ficar assim por 30 minutos

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Bom, este processo quase dá certo, em algumas unhas o esmalte sai inteirinho mesmo, como se fosse um adesivo, em outras não. Acho que também não deu tão certo assim pois fiquei com um pouco de medo de ficar 30 minutos com aquilo, pois ao desembalar a primeira unha vi o dedo e a unha branca branca branca.

Nas unhas que o esmalte não saiu eu esperei umas horinhas e repeti o processo, confesso que em algumas nem assim consegui tirar tudo, mas o que ficou era imperceptível visualmente, apenas passando o dedo eu senti que ainda tinha algo grudado na unha. Se eu fosse pintá-las logo em seguida seria um problema, do contrário não.

O meu veredicto é, para as noivas que irão viajar em lua de mel e querem unhas pintadas durante a viagem é uma ótima ideia, para meninas que adoram unhas sempre impecavelmente pintadas não é uma boa ideia, pois o final do processo inclui dias de unhas mais ou menos, e acredito que o melhor seja ficar uns dias sem pintar logo que retira.

Para mim foi algo legal, algo que posso recorrer às vezes, mas a minha ideia de sempre usá-los e finalmente andar por aí sempre com unhas pintadas não se mostrou viável.

Qualquer dúvida que vocês tiverem, me escrevam que eu conto aqui!
Beijos